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domingo, 3 de março de 2013

Dormir pouco altera atividade dos genes

Muitos estudos já mostraram uma relação entre o sono insuficiente e consequências negativas à saúde e ao dia a dia, como o aumento do risco de obesidade e de problemas cardiovasculares e mentais. No entanto, pouco se sabe sobre o que acontece no organismo após uma noite mal dormida e que desencadeia efeitos como esses. Segundo um novo estudo inglês, a resposta está nos genes – ou seja, a privação do sono reduz a atividade de vários genes, entre eles alguns associados à regulação do metabolismo, alterando funções como o apetite, a queima de calorias e os sistemas imunológico e cardíaco. Essas conclusões foram publicadas nesta segunda-feira no periódico Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS).

No estudo, 26 voluntários, em um ambiente controlado, passaram uma semana dormindo durante o tempo adequado (aproximadamente 8,5 horas) e outra semana dormindo poucas horas (5,7 horas em média). Ao longo de todos esses dias, os pesquisadores analisaram os genes dos participantes a partir de amostras de sangue recolhidas deles. Segundo os resultados, um grande número de genes se tornou menos ativo na semana em que houve privação do sono.

De acordo com Simon Archer, coordenador do estudo, o próximo passo de sua equipe será investigar de que forma poucas horas de sono, ao reduzirem a atividade de determinados genes, afetam a saúde a longo prazo. Archer também quer descobrir se há pessoas mais vulneráveis do que outras aos efeitos negativos de um sono insuficiente.

domingo, 9 de setembro de 2012

Janela para o Céu

Quando tinha nove anos, fui convidada pelo vizinho para participar dos cultos que ele fazia com a família dele. Pedi autorização aos meus pais e toda noite me unia àquela família para orar e ler trechos da Bíblia. Especialmente as histórias do Gênesis me deixavam impressionada. Comecei a mudar minhas atitudes em casa e meus pais ficaram preocupados, achando que eu estava ficando “fanática”. Proibiram-me de participar dos cultos e resolveram rezar o terço em casa. Para o meu irmão e para mim, aqueles eram momentos muito desagradáveis. “Tudo bem que a gente reze, mas não precisam ficar com essa cara de tristes”, pedia ele. Aqueles eram momentos realmente maçantes e, com o tempo, meus pais acabaram desistindo da idéia e tudo voltou a ser como antes. Que pena. Perdemos uma grande chance de conhecer melhor a Deus, antes mesmo de nos tornarmos adventistas.

O tempo passou. Cresci, me casei e tenho duas filhas pequenas. Quando me lembro dessa experiência da minha infância, fico me perguntando o que tenho feito para tornar a religião algo agradável e relevante na vida das minhas meninas.

Alguns pais se sentem orgulhosos e felizes por verem seus filhos prosperarem intectual e materialmente. Isso é bom, mas se o coração deles está vazio, longe de Deus e em busca apenas das honras deste mundo, é tudo vão. E quando Jesus voltar e perguntar por esses filhos? Eles são um presente emprestado. Um dia teremos que devolvê-los a Deus. Infelizmente, muitos se esquecem disso e criam filhos apenas para este mundo.

Você tem buscado a Deus a fim de ensinar seus filhos a dependerem dEle também? Ou tem colocado outras coisas no topo de sua lista de prioridades – novelas, filmes, esportes, propriedades? Os filhos observam tudo e aprendem com nosso exemplo.

Se deseja a ajuda de Jesus para salvar, abençoar e livrar seus filhos das más influências, há um braço poderoso estendido para você. Deus é tão bom que deixou orientações claras e específicas para que os pais ajudem os filhos: “Toda família deve construir seu altar de oração, reconhecendo que o temor do Senhor é o princípio da sabedoria” (Ellen G. White, Orientação da Criança, p. 517). E Ele diz mais: “Acheguemo-nos confiadamente junto ao trono da graça, a fim de recebermos misericórdia e acharmos graça para socorro em ocasião oportuna” (Hebreus 4:16).

Assim como os patriarcas, devemos também construir no lar um altar de oração – o culto familiar. Mas como deve ser esse culto? Ellen White dá algumas dicas:

“O pai, como sacerdote da casa, deponha sobre o altar de Deus o sacrifício da manhã e da tarde” (Orientação da Criança, p. 519).

O culto não deve ser de forma insípida e com monótona repetição de frases. Deus é desonrado quando o culto é seco e tedioso.

Deve conter a expressão de nossas necessidades e homenagem de grato amor ao Criador.

As orações devem ser curtas e ao ponto, com palavras simples. “Quando um capítulo comprido é lido e explicado e se faz uma longa oração, esse precioso culto se torna enfadonho e é um alívio quando passa” (Ibidem, p. 521).

Escolha um trecho interessante e fácil da Bíblia – e todos devem ler. Alguns versos são suficientes para dar uma lição que será praticada todo o dia.

A criança também pode ajudar a preparar o culto e escolher o que vai ser lido.

Depois deve-se perguntar a ela sobre o que foi lido e fazer aplicações na vida diária.

O ideal é que os cultos sejam feitos antes do desjejum e à tarde, antes de que venha o cansaço e o sono. “É o dever dos pais cristãos, de manhã e à tarde, pela fervente oração e fé perseverante, porem um muro em torno de seus filhos” (Serviço Cristão, p. 210).

Não se deixe levar pelas circunstâncias: mesmo quando estiver muito atarefado ou quando houver visitas em casa, não negligencie o culto. Assim, as crianças aprenderão a importância da religião na vida da família.

Aproveite o poder da música. Ela é um ato de adoração como a oração, e é “um dos meios mais eficazes para impressionar o coração com as verdades espirituais. Quantas vezes, ao coração oprimido duramente e pronto a desesperar, vêm à memória algumas das palavras de Deus – as de um estribilho, há muito esquecido, de um hino da infância – e as tentações perdem o seu poder, a vida assume nova significação e novo propósito, e o ânimo e a alegria se comunicam a outras pessoas!” (Orientação da Criança, p. 523).

Tenho experimentado o poder do culto familiar em meu próprio lar. Minha filha Giovanna, quando tinha quatro anos, “compunha” um hino todos os dias e tinha prazer em apresentá-lo no momento do culto. Eram (e continuam sendo) momentos especiais de união e paz. E sempre que oro por minha família e peço a Deus forças para cumprir minha missão de mãe, me vem à mente a promessa: “Ele não Se desviará de vossas petições, deixando a vós e aos vossos como brinquedo de Satanás, no grande dia do conflito final. É vossa parte trabalhar com simplicidade e fidelidade, e Deus estabelecerá a obra de vossas mãos” (Ibidem, 526).

Quero ter minhas filhas no Céu, por isso preciso apresentá-las ao Céu. É como se nós, pais, na hora do culto familiar, convidássemos: “Filhinho(a), venha aqui. Dê uma espiada nesse lugar. Que tal morarmos lá?”

Abra essa “janela para o Céu” em sua casa também.

Débora Tatiane Borges

sábado, 8 de setembro de 2012

O grande encontro

Deus é a fonte do amor. Como tudo se torna diferente quando amamos e somos amados. O amor torna leves os sacrifícios e mais fácil suportar os fardos. Exemplo? O primeiro amor é o de mãe. Há uma ligação muito íntima entre a mãe e seu babe. Há muita dor e sofrimento envolvidos no nascimento, para ambos, mas o amor que os une torna tudo motivo de alegria. Quando minha filha Giovanna estava para nascer, cheguei a sorrir com as dores do parto, de tão feliz que fiquei por poder ver o rostinho dela.

Quando crescemos, as pessoas podem olhar rudemente para nós, diante de um mau comportamento nosso, e podem até querer que sejamos severamente punidos. Mas a mãe repreende com amor. Ela vê o querido filho por sobre o muro de seus maus atos. Ela consegue ver os pontos positivos que podem ser trabalhados.

Tratamos de maneira diferente as pessoas que amamos. Toleramos defeitos que estaríamos prontos a apontar num estranho ¬– ainda mais quando se trata de alguém que nos é antipático.

E quando estamos apaixonados? Parece que saem coraçõezinhos dos olhos quando olhamos para aquela pessoa. Estamos dispostos a quase tudo para poder ficar perto do(a) amado(a).

Nas primeiras semanas de namoro, o Michelson e eu marcamos de nos encontrar num feriado. O dia estava perfeito para ficar em casa. Um dia escuro, chuvoso e ainda por cima ventava. E o vento em Florianópolis pode ser bem incômodo e frio. Mas eu iria encontrar meu amado – nem que chovesse canivete! Peguei o ônibus e depois de uma viagem de cerca de uma hora cheguei ao lugar combinado: o terminal rodoviário. Era nosso ponto de encontro. Encolhi-me ali no banco, tentando não pegar chuva. E esperei. Esperei. Esperei... Meu coração disparava a cada ônibus que chegava. Depois de 15 minutos, comecei a ficar preocupada. Depois de 30 minutos, já estava muito nervosa. Depois de 45, estava quase chorando. Depois de uma hora, segurei as lágrimas e me convenci de que ele não viria e que teria que me dar uma boa explicação, se quisesse continuar o namoro.

Eu já estava indo embora, quando, de repente, meu coração doeu (minha barriga, não sei), ao ver no meio da multidão o sorriso do meu amado. É incrível, mas a raiva passou na hora!

Ficamos passeando de guarda-chuva e, quando a chuva engrossava, ficávamos namorando embaixo de alguma marquise. Se fosse para fazer outra coisa qualquer, diria que não seria possível, por causa do mau tempo. Mas, por amor, a chuva não seria empecilho. E tivemos uma tarde maravilhosa.

Deus nos ama e quer o nosso amor. Se amarmos a Deus, estar com Ele e fazer a vontade dEle será um prazer – faça chuva ou faça sol.

Ellen White diz: “Quem precisar, por amor de Cristo, passar pelo calor da fornalha, terá ao lado o Senhor, como os três fiéis de Babilônia. Quem amar ao Redentor, alegrar-se-á em todas as ocasiões de participar de Suas humilhações e insultos. O amor de Jesus torna doces os sofrimentos” (O Maior Discurso de Cristo, p. 30).

Se, por amor aos homens, somos capazes de fazer tantas coisas, quanto mais não faremos por amor a Deus? Jesus quer conquistar nosso coração: “Com amor eterno te amei” (Jr 31:3). Jesus é mais do que apaixonado por você. Ele o(a) ama com amor eterno, e quer muito conquistar seu coração. Ele nunca vai desistir. Ele é insistente para conquistar e fará de tudo para chamar sua atenção. Para você perceber isso, é só querer sentir a presença de Deus em sua vida.

É interessante observar um casal de namorados apaixonados. Eles constantemente manifestam amor e carinho. Mas, depois de anos de casados, as preocupações da vida e a rotina do trabalho – e muitos outros compromissos – parecem impedir que alguns casais continuem expressando amor constantemente.

Alguns se relacionam com Deus da mesma maneira. Quando conhecem a Jesus e vivem o primeiro amor, parece que podem sentir mais a presença do Criador. Mas, com o passar dos anos, o amor vai esfriando e a religião simplesmente vira mais uma rotina. Não conseguem ver e sentir as manifestações do amor de Deus.

Não é assim que o Senhor Se relaciona com a gente! “Lembro-Me de ti, da tua afeição quando eras jovem” (Jr 2:2). O amor de Deus nunca muda. Sempre está ali esperando por você. Se, às vezes, não conseguimos ver, é porque não estamos buscando de todo coração. É porque estamos enchendo o coração com muitas outras coisas. Podem ser coisas boas, até: trabalho, família, estudos, passeios, namoro, etc. Ou, pior, quando sobra um tempinho depois disso tudo, alguns vão relaxar com passatempos que nada acrescentam à vida e não edificam. Que lugar Deus ocupa no seu coração? Se Ele realmente está em primeiro lugar, do espaço que sobra, muitas coisas serão abolidas do seu dia a dia.

A pior dor para uma pessoa apaixonada é descobrir que foi traída. Você, que é considerado(a) a “noiva do Cordeiro”, você é o supremo objeto do amor de Deus. Você foi resgatado pelo sangue precioso de Jesus. Ele separou você das coisas ruins deste mundo. Deu-lhe nova vida, novo coração! Ele quer o seu amor, a sua fidelidade.

Quando enchemos o coração com as coisas deste mundo, como se os valores do mundo fossem mais importantes, estamos traindo esse amor que Jesus nos dedica. Lembre-se: é impossível servir a dois senhores, de acordo com Jesus. Se amo a Jesus, vou buscá-Lo em primeiro lugar. As coisas mais importantes para mim são as que consomem meu tempo e meu dinheiro.

Nesta semana, uma jovem da igreja que frequento me perguntou: “Você viu o Bahuan?” Baal quem? Baal-huan? Não conheço e não me interesso. Mas nesta semana eu vi Jeremias em minha Bíblia. Foi maravilhoso ver como ele foi fiel a Deus e não teve medo de pregar a verdade, quando todos queriam que ele se calasse.

Como vou ter prazer em ser fiel, em estar ao lado de alguém que não amo? Como vou amar meu esposo, se encher meu coração de “amantes”? Como vou valorizar alguma coisa que ele faz, se amo mais o que os outros fazer? “Torna-te para Mim”, diz o Senhor, em Jeremias 3:1. Por que não vemos manifestações do poder de Deus? Porque não O buscamos de todo o coração (Jr 29:13).

Você vai se surpreender quando “Baal” sair da sua vida e deixar e Cristo ser o seu Senhor. Alguma coisa extraordinária vai acontecer! É maravilhoso ouvir a voz de Deus, do seu amado. Deus quer ter um encontro com você. Não é maravilhoso ter um encontro com quem amamos? Ficamos ansiosos por esse momento. Fazemos qualquer esforço: pegamos chuva, vento, ônibus... Marque um encontro com Deus. Ele não vai deixar você esperando.

No ano passado, tive uma experiência muito agradável nesse sentido. Algumas amigas participaram do projeto das 40 madrugadas com Deus. Achei fantástico elas conseguirem. Mas, para mim, no primeiro momento, pareceu impossível. Tenho muito sono e minhas filhas me acordam várias vezes durante a noite. No encerramento das 40 madrugadas, foi feito um culto de agradecimento durante o qual fui muito tocada pelos testemunhos. Depois de algum tempo, veio o convite para toda a igreja. Pensei em Jesus. Pensei como se eu fosse ter um encontro especial com Ele. Fiquei com medo de não conseguir, mas pedi para Ele me ajudar.

Combinamos de nos encontrar às três da madrugada. Só eu e Ele. Não queria acordar ninguém, por isso não programei o despertador. Fui dormir feliz naquela noite.

Algum tempo depois de adormecer (não sabia quantas horas haviam passado), senti alguém me chamar suavemente. Abri os olhos sonolentos, sem ainda entender direito o que estava acontecendo. Quando os pensamentos ficaram mais claros, o coração disparou. Era Jesus! Olhei no relógio: três horas em ponto! Emocionada, fui para o quarto ao lado orar e ler a apostila preparada pela igreja. Fui para nosso encontro! Foram 40 madrugadas que me tornaram mais sensível à voz de Deus.

Não deixe seu amor esfriar. Alimente esse amor. Jesus promete que você será correspondido.

“As Tuas palavras me foram gozo e alegria para o coração, pois pelo Teu nome sou chamado” (Jr 15:16). Você é chamado pelo nome de Deus. O Senhor desposou você. Todos devem saber que você é de Jesus. Alguma coisa pode trazer mais alegria do que a Palavra do Senhor? Quando prefiro fazer algo que não me aproxima de Deus, isso me traz angústia. Seja sincero; Deus esquadrinha seu coração. Se algo está esfriando seu amor, deixe Deus lhe mostrar, pois “enganoso é o coração, mais do que todas as coisas... Eu o Senhor esquadrinho o coração, e provo os pensamentos” (Jr 17:9, 10).

Deixe Deus moldar seu coração (Jr 18:3-6). Deixe Deus ser o Senhor da sua vida. Tire o culto a Baal da sua casa, da sua mente. Faça sua parte que Deus é fiel e justo, e cumprirá a dEle. Ele tem tantas provas de amor para lhe mostrar...

Em vez de perguntar se pode ir ao cinema, se pode comer isso ou aquilo, se pode se vestir de determinada maneira... pergunte”: “O que posso fazer para ficar mais perto de Deus?” Se você fizer isso, entenderá as palavras: “Firmarei nova aliança com a casa de Israel... Eu serei o seu Deus e eles serão o Meu povo” (Jr 31:31-33).

Você sabia que Deus habitará conosco? (Ap 21:1-7). Você está se preparando, como noiva do Cordeiro? Está ansioso(a) por esse encontro com Seu grande amor?

(Débora Tatiane Borges, pedagoga e coautora do livro O Que Ele Viu na Grécia e do e-book Deus Nos Uniu)

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Biorritmo e o sétimo dia

A ciência está ampliando o conhecimento sobre biorritmos. Sabe-se que para várias funções orgânicas existe o que cientistas chamam de “Ritmo do Sétimo Dia”. Algo ocorre em nosso corpo em certas circunstâncias no sétimo dia do evento, seja uma cirurgia, transplante ou liberação de hormônios. 

Dr. Halberg do Laboratório de Cronobiologia da Universidade de Minesota, nos Estados Unidos, é um líder na pesquisa de biorritmo naquele país. Em colaboração com outros cientistas de várias nações ele documentou o Ritmo do Sétimo-Dia no ser humano (Halberg F., and E. Halberg. Conceptualization and Validation of a Circaseptenary Clinospectral System. Abstracts, Second International Conference on Immunopharmacology, Sheraton Park, Washington, D.C., July 5-10, 1982, 340-341). [Leia mais]

A batalha pela mente (parte 14)

13. Repouso

“Se nossos obreiros missionários-médicos seguissem a receita do Grande Médico para se obter repouso, uma restauradora corrente de paz fluiria através de suas almas.” – Conselhos Sobre Saúde, pág. 370

Fadiga física causa:
Hipertensão
Dores musculares
Problemas cardíacos
Problemas no sistema gástrico

Fadiga mental causa:
Irritabilidade
Tendência a exagerar reações
Dificuldade para raciocinar com clareza 

Hormônios

Melatonina – é produzida antes da meia-noite e é importante para aumentar a eficiência do cérebro, capacitando as células nervosas a tornar o aprendizado permanente e útil.

Cortisona – pico de produção: da meia-noite até o amanhecer. Ajuda a lidar com os fatores estressantes do dia e reduz a fadiga.

Melatonina – Tranqüilizante natural. É produzida em lugar quieto e escuro.

Se não dormir na hora certa, não tem oração que resolva!

Ficar sem dormir reduz níveis de testosterona

Estudo da Unifesp foi realizado com ratos; nos homens, a ausência do hormônio sexual está associada à perda da libido, depressão e fadiga crônica

"A falta de sono é responsável por conseqüências bem mais sérias que simplesmente cansaço. Uma pesquisa feita na Unifesp com ratos de laboratório e publicada na última edição da revista científica britânica Addiction Biology mostra que os animais privados de sono apresentam níveis de testosterona muito mais baixos se comparados àqueles com a rotina inalterada. Nos homens, a ausência do hormônio sexual masculino significa desinteresse sexual, fadiga crônica, depressão e aumento de gordura abdominal."

Leia também: "A batalha pela mente (parte 15)"